Literatura Infantil, afetividade e felicidade

O trabalho com a literatura infantil nas escolas de crianças constitui-se em um importante aliado para favorecer a ludicidade, o imaginário, a interação, ampliação de repertório literário e lexical, bem como a afetividade e, consequentemente, auxílio na superação de traumas. 

 

As histórias para o público infantil, quer sejam lidas ou contadas pelo aluno ou outra pessoa, sendo mais recorrente para esse papel a figura do professor, levam-no ao desenvolvimento da imaginação e a escola é um lugar privilegiado para que ocorra, sendo um momento nobre para estabelecer vínculos afetivos e, com consequência, a aprendizagem.

 

Contar ou ler uma história vai muito além de apenas partilhar um texto escrito por outra pessoa, pois várias questões estão em jogo nessa atividade, como desenvolvimento de valores, emoções e  percepções a partir das ideias do texto e, de forma muito pertinente e significativa, desenvolver o gosto e o prazer pela leitura.

 

O contato das crianças com a diversidade de livros que dispomos atualmente no cotidiano escolar, para além de cumprir uma atividade que está descrita no plano de aula, favorece a interação com as ideias do autor e ilustrador, bem como com enredos diversos que se passam em tempos longínquos ou contemporâneos, além das especificidades de cada personagem, o que, em dadas situações, pode ter um efeito terapêutico e curativo, e, sobretudo, fazer-nos mais felizes, pois, de acordo com afirmação feita pelo escritor argentino Jorge Luis Borges , a “leitura é uma forma de felicidade”.

 

Palavras Chave: Literatura infantil. Afetividade. Felicidade

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Escrito por Jeane Galhoti

Publicado em 2022-04-20

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