Feliz Ano Novo!

Aposto que você já ouviu essa expressão algumas vezes neste início de ano, certo? Normal, realmente há algo de mágico na virada de ano, um simples passar de dia, mas que tem a capacidade de nos encher de força de vontade. 2022 chegou, trazendo novos desafios e novas esperanças, novos planos e resoluções. Janeiro é “oficialmente” o mês do – “agora vai…”, principalmente após 2020 e 2021, que foram bastante traumáticos para muitos de nós: isolamentos, perdas, mudanças, pressões e incertezas.

 Precisamos definir uma linha de corte para nossos planejamentos e metas; é importante saber o que queremos alcançar e como chegar lá, e normalmente elegemos esse mês para isso, mas é imprescindível, antes de qualquer coisa, saber se autoavaliar, se conhecer, e mais ainda, desenvolver a autocompaixão. Isso não significa ser compassivo, mas entender o que dificultou o alcance dos resultados e o que precisa melhorar para fazer diferente. Esse sim é um processo mais moroso, deve ser constante, individual e muitas vezes é dolorido.

Nesse sentido, o primeiro mês do ano é também conhecido como “Janeiro Branco”, numa tentativa de trazer leveza a essa jornada, desmistificando e colocando em pauta o sofrimento mental.

Mas você pode estar se perguntando – “qual a relação disso tudo?”, e eu explico: ao longo do ano vamos enfrentando tantos desafios e dificuldades que trazem sofrimento e na maioria das vezes não damos a real atenção a essas situações. Ocorre que, com o passar do tempo, isso se acumula, chegando ao limite da nossa capacidade emocional e, infelizmente, a construção social criou um tabu sobre as doenças psíquicas, banalizando e desacreditando a sua verdadeira existência. Com esse cenário, as pessoas tendem a se isolar e esconder seus sentimentos e, quando menos esperamos, somos surpreendidos por notícias desastrosas de conhecidos, amigos ou familiares que não suportaram seus traumas e adoeceram em decorrência deles.

Está aí a importância de tornarmos o processo de autoconhecimento, autoavaliação e autocompaixão constante, e de buscarmos ajuda profissional assim que necessário.

Existem diversos profissionais e linhas de atuação para auxiliar nessa caminhada, busque o que faz mais sentido para você, o que te traz mais respostas, mas não se exima disso, não espere o tempo passar, apenas busque e acredite, vai funcionar!

E para aqueles que ainda se sentem desconfortáveis com as terapias mais convencionais, podem buscar nas terapias integrativas e holísticas o alento de que precisam, essas também são efetivas e reconhecidas pela ciência.

Que tal começar hoje? Você não precisa se sentir esgotado, pode trabalhar preventivamente em seu favor. Já conhece os Florais de Bach? São 38 “remédios” divididos em 7 categorias, totalmente naturais, que podem te auxiliar a melhorar os pontos de atenção com relação à sua forma de ver o mundo, que segundo o Dr. Edward Bach, criador do método, é o que causa o desequilíbrio em nossas emoções e consequentemente as doenças em nosso corpo e mente. Praticamente sem contra indicações, os florais foram produzidos e estudados pelo médico inglês na década de 30 e ainda hoje são amplamente utilizados, justamente porque a sua maior descoberta refere-se ao fato de que o estado mental das pessoas é que afeta sua saúde e, portanto, é mais eficaz buscar esse equilíbrio do que focar na doença, que nada mais é do que os sintomas que cada corpo desenvolve. Ficou interessado? Busque um terapeuta floral, ele poderá lhe explicar melhor e lhe ajudar nesse processo de autodesenvolvimento.

Voltando ao “Janeiro Branco”, nada de esconder suas emoções “embaixo do tapete”, não subestime seus sentimentos, respeite seu ritmo e seu corpo, o que ele está te falando? Busque ajuda, existem muitos profissionais por aí e olhe a sua volta, mais importante que desejar um “Feliz Ano Novo” é dizer: – “Estou aqui, pode contar comigo!”, é acreditar nas pessoas, desejar que se conheçam, se respeitem e estejam em busca do equilíbrio!

 

Palavras-chave: Janeiro Branco; resoluções; terapia holística; Florais de Bach.

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Escrito por Lisielen Miranda Goulart e Luana Miranda Goulart (Unique)

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Psicologia

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